terça-feira, 29 de abril de 2008

Sem tempo para gentilezas

Oi gente bonita,

Está ficando cada vez mais complicado postar com frequência por aqui, devido à faculdade maquiavélica de Engenharia Eletrônica que eu faço. Mas não pretendo abandonar esse meu diariozinho virtual nem tão cedo. Afinal está sendo muito interessante escrever bobagens aleatórias para vocês. Tipo, eu sei que parece inútil trabalhar nisso aqui, mas sei lá... tem gente que até consegue se divertir, e comenta comigo que gostou de determinado post, e isso tem me dado mó motivação para continuar. Então, os poucos que andam lendo isso aqui, não considerem este um site largado de mão. I'm still here.

As inspirações para escrever Ampère Owned têm sido muitas. Mas não vou fazer desse site uma "novelinha" (alguns chamam assim. Eu prefiro chamar de "série" porque fica menos gay) em texto para internet. Conforme minha mente for vomitando besteiras, eu vou escrevendo as benditas histórias. Tá, a quem estou querendo enganar né? É tudo baseado em fatos reais, mas é óbvio que passa tudo por um processo de insanização (com 'z'?) aqui dentro da minha caixola, para depois ser cuspido aqui nesse site. Mas e aí, você que vive próximo, consegue identificar as pessoas que me inspiraram a traçar o perfil desses personagens?

Bom, tenho um bando de esboços de textos na cabeça para poder desenvolver aqui, mas é uma pena que estou tendo pouco tempo para isso. Mas garanto que postarei algo nesse feriadão, talvez até mais de um texto, apesar de ter duas provas picudas me esperando na semana que vem.

Mas hein... não quero deixar esse post totalmente em vão, uma verdadeira encheção de linguiça. Quero aproveitar esse tempinho (que eu não tenho, apenas resolvi aloprar e tirá-lo para mim) para escrever sobre algo interessante que vi no shopping Nova América (Del Castilho - Rio de Janeiro) hoje voltando para casa. Sabe aquele profeta Gentileza que pixou nos pilares do Elevado da Perimetral sobre a arte de ser gentil? Você pode até não saber de quem estou falando, mas com certeza já viu essas mensagens por lá. Tipo, para ser sincero, nem sei se foi ele mesmo que escreveu sozinho aquilo tudo e também não sei se ele está vivo. Mas pesquisando um pouco aqui, vi que ele já passou por outras cidades brasileiras anunciando sua boa nova, e sei que ele ganhou até uma música cantada por Marisa Monte em sua homenagem. Já a ouvi faz tempo.


Ahhh... tem um link sobre ele na Wikipédia. Ele já morreu sim (RIP). Leiam a biografia do cara aí.

Enfim, voltando... O fato é que de umas semanas pra cá, toda vez que eu entro no banheiro do shopping, vejo um aviso pregado logo na entrada: "Você fez alguma gentileza hoje?". Não sei se é só no Nova América isso, mas é lá que tenho visto tais placas. E hoje, caminhando por ali, me deparo logo na entrada com um mural de papéis colados com vários recados de pessoas explicando como fizeram sua gentileza do dia. Era só chegar, preencher um papel com a sua gentileza, e anexar ao mural. Eu não estava com cabeça pra escrever nada, mas achei interessante algumas coisas escritas por ali. Por exemplo, uma mulher escreveu mais ou menos assim: "Pela a minha mãe, eu deixei o meu marido por dez dias na seca. Depois disso, fiz uma gentileza pra ele também". Muito 'what the fuck?' né?

Penso em deixar algo escrito por lá amanhã... basta eu ler a pergunta: "Você fez alguma gentileza hoje?" e responder.

Droga, ¬¬
Não lembro agora de nenhuma gentileza das boas feita por mim hoje.
Que inútil que eu sou. Profeta chato, tocou na alma. Amanhã eu faço alguma.

Ps.: Título do post horrível, eu sei. Mas eu quis casar minha falta de tempo devido à faculdade com o que eu escrevi sobre o Gentileza. Mas isso não confere, ok? Eu não penso assim, e sou um rapaz muito gentil... de vez em quando.

terça-feira, 22 de abril de 2008

AO - Descrição dos personagens

Ampère Owned
Não perca a série que é de arrepiar os cabelos... do braço!


Douglas Smile
Abandona uma vida de conveniência ao lado de uma adorável moça para ir em busca de uma nova e verdadeira paixão, já vivida anos antes, quando era apaixonado por uma linda mulher de caráter duvidoso. Enquanto procura, vive a analisar as pessoas ao seu redor e se torna uma espécie de confidente de seus amigos da ilha. É um rapaz romântico quando está apaixonado, e gosta de fazer o possível e o impossível pela amada.

Gabriel Rocketman
Sonhador, Gabriel está sempre nas alturas. Idealiza um mundo perfeito, onde as mulheres são fadas com olhares de anjo. Esse olhar ele encontra em Patrícia Dollface, uma habitante do extremo norte de Ampère Owned. Gabriel passa então a frequentar esse lado da ilha só para ter momentos ao lado dela, nem que isso signifique também ter que aprender a dançar lambada, o ritmo favorito de Patrícia.

Patrícia Dollface
A tão almejada fada maravilhosa aos olhos Gabriel. Patrícia é amante dos animais e frequenta aulas de lambada, a dança élfica que seduz o rapaz. Possui uma relação invertida com ele, onde ela faz o papel do homem, mais esquiva e independente.

Fabiano Aymoré
Um dos grandes amigos de Alexandre, Fabiano é um sujeito boa praça e divertido. Torce para o melhor time do estado e sua gargalhada é inconfundível. Vive uma vida tranquila, até ser apontado como o herdeiro perdido da Biscoitos Aymoré, por seu nome e semelhança com indiozinho do slogan.

Alexandre Joeltino
Era apenas mais um executivo tímido da Beautiful Opamp Tech (BOT) e sem grandes histórias de vida para contar, até que conhece Amanda, e se apaixona platonicamente por ela. O que já havia se tornado um rolo bem grande, aumenta ainda mais, com a entrada da decidida Alice em sua vida. Assim, Alexandre passa a viver um turbilhão de emoções e situações novas com Alice, o que acaba fazendo ele esquecer cada vez mais de Amanda.

Alice Polin
De amiga, passa a ser o affair de Alexandre, numa relação de soma, onde os dois se tornam melhores quando estão juntos. Alice então ganha cada vez mais espaço na vida e no coração de Alexandre, sendo portanto o anjo que arrebenta as correntes que o prendiam à Amanda.

Amanda Lollypop
Posuda, Amanda faz o estilo 'mulher fatal'. Aparenta uma personalidade forte e um jeito agressivo, porém no fundo, mesmo sem admitir, é uma mulher que deseja somente ser amada por algum homem decidido a tê-la sem muitas complicações.

Inucivis Gibnori
Nascido no coração da África, Gibnori deste criança já se interessava por beleza femina. Se formou no ramo, e dedicou grande parte de sua vida a pesquisar um padrão perfeito de mulher, sem obter grande sucesso. Até que então, devido aos seus estudos, é convidado para trabalhar na BOT, em Ampère Owned. Na ilha, ele conhece a jovem Ana Clara DeFactor, por quem se apaixona loucamente. Inspirado por sua musa, Gibnori postula então aquele que seria o maior diferencial e fonte de renda da empresa, o Fator Ana Clara (fac).

Ana Clara DeFactor
Bela e jovem habitante de Ampère Owned, Ana Clara é descoberta por Gibnori, e devido ao fato da bem-sucedida teoria criada por ele (o fac) ser baseada em seu nome, Ana Clara vira estrela ao se tornar o maior marketing da BOT, sendo então considerada o padrão moderno e mundial de beleza.

Ana Carolina Blonde
Uma bela e loira dama que passa a rondar, misteriosamente, a vida de Gibnori.


...
Ampère Owned: a série que vai mexer com você!

Ampère Owned

Não perca a série que é de arrepiar os cabelos... do braço!

Ampère Owned é uma ilha situada a 50km do litoral do Rio de Janeiro, e que abriga a filial brasileira da Beautiful Opamp Tech, multinacional ligada ao ramo da tecnologia da beleza. Todos os moradores da ilha possuem algum tipo de relação com a empresa, a única que absorve mão-de-obra no local. Além disso, devido à empresa, Ampère Owned recebe diversos profissionais de várias partes do Brasil e do mundo.

O que era, portanto, para ser um lugar com extremo foco na vida profissional, acaba se tornando um ambiente propício para relações pessoais tensas e apimentadas, confusões e intrigas, honrando assim a sensual capital brasileira da qual Ampère Owned faz parte.


Personagens (sujeito à alterações):

Douglas Smile
Gabriel Rocketman
Patrícia Dollface
Fabiano Aymoré
Alexandre Joeltino
Alice Polin
Amanda Lollypop
Inucivis Gibnori
Ana Clara DeFactor
Ana Carolina Blonde

Capítulos em breve... se houverem!

domingo, 20 de abril de 2008

Na Era dos Jetsons

Quando eu tinha uns sete anos de idade, ficava ansioso para fazer logo dez. Deveria ser muito legal ter dez anos, afinal esse é um numero bonito e redondo, além de ser formado por dois algarismos ao invés de um, o que na minha infantil cabecinha era algo de extrema importância para um individuo. Fiz dez anos, e as coisas não mudaram muito. Eu continuava criança e ainda tinha que acatar tudo o que os meus pais decidiam por e para mim.

Então, com essa idade, comecei a imaginar em como era ser adolescente. Mais liberdade, namoro, e muitas outras conquistas viriam com a adolescência. Bom, realmente veio um pouco disso tudo. Mas eu ainda preservava um pouco de infantilidade, em paralelo com algumas obrigações a serem cumpridas, e eu ainda não era o senhor das minhas decisões por completo.

Então, na adolescência, comecei a imaginar em como era estar na faculdade, ser adulto, saber dirigir e etc. E cá estou, iniciando essa etapa. Bom, como morador do mesmo teto que meus pais, é obvio que ainda devo explicações, mas agora possuo bem mais liberdade, já posso tomar minhas próprias decisões e meus pais se limitam apenas ao conselho.

As coisas mudaram dos dez para os vinte e um anos que tenho agora, e eu deveria estar apenas aproveitando o agora sem me encucar com o que está por vir. Mas acho que o ser humano tem um certo fetiche pelo futuro. Nunca pensamos somente no presente. E é seguindo essa teoria, que eu hoje fico imaginando como seriam as coisas lá pra frente. E não falo de um futuro próximo, dos meus cinqüenta anos e velhice. Vou mais além. Falo agora a respeito de um futuro bem distante, do qual eu, você e todos os vivos hoje não iremos participar.

Parece meio idiota ficar pensando num futuro do qual não faremos parte, mas se levarmos em consideração a porrada de filmes hollywoodianos sobre o assunto (“Inteligência Artificial” é um exemplo), perceberemos que a coisa é um tanto interessante. Parece tesão pelo desconhecido tentar imaginar em como será o nosso queridíssimo planeta Terra que abrigará nossos descendentes distantes. E é por causa desse tesão que brota de meu corpo, que eu agora faço essa previsão futurística para o mundo.

Acompanhem-me...

  • Clima e Vegetação

    Devido ao Aquecimento Global, as calotas polares da Antártida e Ártico Norte irão derreter, aumentando o nível da água nos oceanos. Com isso, os litorais de todos os continentes serão inundados. Assim, cidades como Nova Iorque, Washington e Amsterdã irão desaparecer do mapa. O Japão inteiro submergirá, e os japoneses sobreviventes irão migrar para a Antártida, um continente agora em terra firme e seco, e lá formarão uma sociedade retrógrada e frustrada.

    No Brasil, o nosso maravilhoso Rio de Janeiro também irá desaparecer com o avanço do mar. E Petrópolis, possuindo então as praias mais lindas do Estado, tomará as rédeas como a nova capital carioca. Teresópolis será como Niterói, uma adjacente invejosa.


    Numa tentativa infeliz de transportar a estátua do Cristo Redentor submerso para a pontinha do Dedo de Deus, sua cabeça será arrancada, antes mesmo dele ser desprendido do Corcovado. Com isso, teremos um medonho Cristo Redentor cheio de lodo e sem cabeça habitando vários metros debaixo d’água, e cobrarão muito caro por um passeio de submarino ao redor dele.

    O Monstro do Lago Ness passará a ser uma ameaça global após ter conquistado o oceano por conta da ligação do mar com o Lago Ness devido à inundação. Um grupo de pessoas acreditará que ele vai morar no interior do Cristo, usando a abertura da cabeça como entrada.

    Devido à exploração, a Floresta Amazônica dará lugar a um deserto tenebroso, e o Rio Amazonas será um novo Nilo cortando essa paisagem toda. Em contrapartida, o Nordeste será úmido e fértil, devido à transposição das águas do Rio São Francisco. Aliás, essa maracutaia não deve dar 100% certo. Engenheiros de merda (eletrônica estará off disso tudo) provavelmente devem calcular algo errado, e a nova foz do rio poderá ser em cima de Salvador, acabando com as micaretas, axé, macumba...
    Ah, pensando bem, dará certo sim.

  • Política

    Com a teimosia dos EUA em não assinar a porra do Protocolo de Quioto, o país causará ódio mortal nos outros após o derretimento das geleiras, sendo considerado o maior responsável pela catástrofe. Alegando um “Foda-se, já derreteu mesmo”, a presidência americana se auto-sabotará, e será dado início assim à 11ª Guerra Mundial, onde todos estarão contra os EUA. Os americanos serão derrotados, e alguns migrarão também para a Antártida, a terra dos perdedores.

    A China então assumirá o posto de maior superpotência mundial, e irá expandir sua cultura para todo o mundo, com a abertura de ainda mais filiais de pastelarias que irão compor o visual de cada esquina, inclusive nas ruas petropolitanas, substituindo assim os Mc Donalds.

    O conflito no Oriente Médio finalmente deixará de existir. Isso porque a Palestina será uma terra submersa, portanto inútil. Brigaram tanto por tantos anos, que quando o gelo derreteu, a água levou a porra toda a acabou com a palhaçada.


  • Tecnologia

    Cientistas irão possibilitar a implantação de DNA de plantas em seres humanos. Assim, a humanidade será transgênica e todos serão clorofilados. Isso permitirá a realização da fotossíntese por todos, e o problema da fome mundial estará resolvido. Uma mãe não mais ficará preocupada com a alimentação do seu filho enquanto ele só pensa em brincar com os amiguinhos debaixo do sol. E pegar uma corzinha poderá engordar. Tudo bem, todos serão meio verdes, mas acho que valerá a pena.

    O trânsito será outro problema resolvido, por incrível que pareça, mesmo com o número de meios de transporte particulares sendo bem maior. A solução está no fato de que os carros serão voadores, no melhor estilo “Os Jetsons”. O ar é o limite. O problema é que o número de acidentes também irá aumentar, afinal vai ser carro voador pra tudo quanto é lado. A legislação do trânsito será modificada. Leis do tipo “é proibido estacionar sobre edifícios públicos”, “é proibido voar abaixo de 10 metros para não haver colisão com árvores, casas, pessoas e etc” farão parte do dia-a-dia dos pilotos. Ah, os veículos consumirão hidrogênio. Mas e o petróleo? Haha... the end, meu filho.

    Nosso corpo se tornará um verdadeiro computador. Ao nascer, os pais cadastrarão a criança no People High Tech, uma espécie de Certidão de Nascimento do futuro. Assim, o bebê passará por uma operação que anexará em seu corpo artefatos indispensáveis como: celular, computador com Internet, transmuter (sei lá que porra é essa), sistema de telepatia, sistema de tele-transporte e alarme. As pessoas serão além de corpo, um conjunto de luzes piscantes referente a cada aparelho instalado. Vai haver artificialidade no pulso, braço, perna, peito, barriga... tudo vai piscar, em conjunto que outros coisas que já piscam hoje em dia, principalmente nas mulheres.


  • Saúde

    Câncer e AIDS serão tão banais quanto um resfriado é hoje. Bastam uns remedinhos, e pronto, a cura. Porém, a Dengue ainda será uma ameaça. Isso porque de tanto tentarem exterminar a porra do mosquito, somente os mais resistentes permanecerão. Com isso, os genes dos mais fortes serão passados por gerações de mosquitos, e sofrerão mutações ao longo do tempo. Então, no futuro, teremos um Aedes hiper turbinado, with lasers, maior, todo maneirão, com vários microespinhos venenosos e voará fazendo barulho e causando pânico. Sua picada será pior que de uma cobra venenosa ou de um escorpião. Será a praga dos séculos futuros, chamada Dengue++.

  • Sociedade

    Sexo virará assunto mais banal do que é hoje. Meninas menstruarão com cinco anos de idade em média e tanto elas quanto os garotos transarão pela primeira vez com sete, tembém em média. Vídeos de educação sexual nas escolas serão verdadeiros filmes pornôs, com a professore explicando cada passo para uma turminha 2ª série. “Isso é um boquete”. “Eu fiz bem melhor no Juninho no dia do aniversário dele de oito anos, tia”. “Ok, mas não se esqueça de usar camisinha se ele quiser te penetrar”.

    Os robôs farão parte de nossa sociedade. Assim como em “Inteligência Artificial” vai ter robô pra tudo quanto é coisa. Robô de serviços domésticos, robô amante sexual, robô que substituirá filho, robô que substituirá pai, robô como amiguinho de infância, robô dublê, robô cover... enfim, robô pra cacete, usados para alimentar nossa preguiça com tarefas diversas. A merda é se eles se tornarem tão inteligentes a ponto de quererem se rebelar. E acredite, isso deve acontecer. Talvez seja esse o fim da raça humana, com a chegada de robôs ao poder.


  • Mídia

    Uma prostituta assassina ex-presidiária e indiciada por estelionato, homicídio e tráfico vencerá o Big Brother Brasil 171. Todas a amarão, ela será a estrela do momento e capa de várias revistas, além de entrar no mundo pornô, causando admiração e arrancando elogios da população, principalmente no povo petropolitano, o mais moderno.

  • Artes

    Dois novos movimentos literários ganharão espaço: o mergulhismo, onde as cidades perdidas no fundo do mar serão retratadas nas pinturas, músicas e danças, com mistério e nostalgia; e o mecatronismo, onde robôs serão o tema protagonista de todas essas artes.

    Na música, o funk se tornará o ritmo brasileiro de uma vez por todas. Letras como: “Ai que robô gostoso, vem que vem, quero de novo” e “Uh, animal! Uh, animal! Olhar de fêmea humana, buraquinho de metal” farão sucesso entre jovens e crianças. Algumas melodias ainda terão o seu valor no futuro, mas terão de ser adaptadas, como “Sábado em Copacabana”, cantada por Maria Bethânia, o tema da finalizada “Paraíso Tropical”. Copacabana não existirá mais né, então a coisa vai ficar assim:

    Um bom lugar
    Para encontrar
    Rua Teresa
    Pra passear
    À Beira mar
    Rua Teresa
    Um bom lugar a meia luz
    Rua Teresa
    Eu esperei por esta noite
    Com dor e tristeza
    A noite passa tão depressa
    Só vou voltar depois da terça
    Se eu encontrar um novo amor
    Rua Tereeeeeesa.

    ***
Quer saber! Deixa o futuro pra lá.
Mas aí, como é ter 30 anos?

domingo, 13 de abril de 2008

Sintomas de um homem apaixonado

Já que hoje é o Dia do Beijo...

Uma das coisas pela qual todos nós passamos pelo menos uma vez na vida (seja em qual parte dela for) é, com certeza, aquele encantamento que uma determinada pessoa que faz parte do nosso círculo de contatos causa sobre nós.

Às vezes a inexperiência ou o puro fato de achar absurdo estar apaixonado por aquela pessoa nos causa dúvida em relação a nossa condição perante ela: "apaixonado ou não?". Abaixo, eu descrevo 10 situações típicas de um cara que está apaixonado por alguma garota, até porque eu sou um cara, já passei por isso algumas vezes, e portanto posso descrever bem. Mas acredito que os fatos valem também para uma mulher enamorada por algum rapaz.

Vamos lá...

1) Pensamento constante: Um dos primeiros sintomas que surgem num cara apaixonado, é quando ele pensa insistentemente na sua amada. Seja no colégio, faculdade, estágio... toda hora vêm à sua cabeça aquela silhueta encantadora de mulher, e você se pega olhando pro nada, abstraído do mundo ao seu redor, quando então é interrompido por alguém que lhe pergunta em que mundo você está.

2) Uma música, um cheiro: Todo homem apaixonado que se preze tem uma música que o faz pensar na sua garota. E essa música passa a ser a mais especial existente no momento. É maravilhosa de sensação de ouvi-la, e é angustiante quando ela está ausente. Aliás, essas músicas possuem poderes desconhecidos. Ao escutá-la, o seu humor varia instantaneamente e você se torna inteiramente humano, cheio de emoções. O mesmo acontece com aquele cheiro típico, que marca a presença dela. Você nem está pensando na mulher, quando, do nada, vêm aquele cheiro... e pronto, você começa uma viagem pra dentro do seu coração. Às vezes a coisa é tão intensa, que você jura que ela está ali perto.

3) Forte presença dela: Imagine a situação em que você esteja numa festa. Seus amigos estão lá, muita bebida, comida, música legal e papos agradáveis. De repente, ela surge no recinto. E o seu foco naquilo que estava bom (amigos, bebida, comida e papo) se perde. As outras pessoas passam a não ter mais tanta importância, sua procura por aquela bebida gelada e comida gostosa já nao têm mais valor. O papo... só se for com ela. Ela passa a ser seu objetivo, a mira do seu olhar. E assim você passa a festa inteira... olhando-a andar, conversar e dançar. É como se todas as outras pessoas estivessem em preto e branco e só ela fosse à cores. Ela é a única coisa que emite luz pra você no local, é mais ofuscante que as luzes estroboscópicas da pista de dança, é radiante, é linda... e você a enxerga somente, e nada desvia a sua atenção.

4) Chegou perto, tremeu: Uma coisa é admirá-la de longe, a outra é quando ela chega perto. E a situação se torna mais tensa ainda quando ela chega pra falar com você. Para os pouco articulados, batata... é mico na certa. Muito cuidado! Você tem um mundo de coisas para dizer a ela, mas nada sai direito. E quando sai, sai distorcido e você mete os pés pelas mãos. Para os mais experientes, é mais fácil... mesmo assim o nervosismo está fortemente presente, ele somente é controlado. E aquelas coisas que você sempre diz para garotas comuns, simplesmente não fazem sentido se aplicadas à ela. Com ela, o papo é outro, a intensidade é outra, e você diz coisas que jamais imaginou que poderia dizer.

5) A negação: Eu, apaixonado por aquela nojentinha? Nããão. Eu, louco de amores pela minha melhor e tão somente amiga? Nããão. Eu, afim daquela que já é comprometida? Não, não e não. Mas sim, você está apaixonado, e não adianta negar. Eu entendo que as condições parecem inviabilizar as coisas, afinal é sua amiga, ou é nojenta, ou já está com aquele outro cara. Mas po, pra que negar pra si mesmo, filho? Não adianta. Feche os olhos, e imagine sua vida sem ela, e você se dará conta do quão seria doloroso não tê-la, e de como é mais doloroso ainda admitir a verdade: Você está caidinho de amores sim. Como isso pôde acontecer né? Pois é, mas aconteceu. Então, aceite essa condição, e busque sua felicidade.

6) Sensação maravilhosa: Isso é quando você já está mais íntimo dela. Seja dando um abraço, ou então um beijo mesmo. A sensação é a melhor do mundo. A harmonia é perfeita. Ela se encaixa direitinho no seu abraço, no seu aconchego, e você não tem mais vontade de largá-la. O toque dela em você é melhor que qualquer tipo de massagem, a respiração é ar naquele momento, a voz é música, os olhos fixos mirados em você é ressaca do mar que o traga para dentro deles (Machado de Assis), o sorriso é a pintura mais linda que você já viu, o beijo é o doce mais saboroso que você já provou, e cada momento ao lado dela é único, desde um simples "oi", até maiores intimidades. Tudo é guardado harmoniosamente em sua memória.

7) Tudo nela é perfeito: As qualidades são as melhores que você já viu em alguma pessoa. E os defeitos são charme, que só o deixa com mais vontade de tê-la perto de você. Nem quando ela te aborrece, você sente vontade de brigar com ela. Não consegue. Basta ela te olhar, e pronto... você se desmancha, e toda aquela ira acaba virando paixão que transborda. Você passa a compará-la com outras mulheres, mas não dá. Ela é incomparável, é única, e parece insubstituível pro resto da vida.

8) Ciúmes dela com outro: É desconfortante vê-la se engraçando com outro, e dá vontade de matar o outro cara que está dando em cima dela. E quando você presencia um beijo então... putz, é uma facada no peito. É uma sensão sinistra, de angústia, perda e humilhação. Você se sente o pior cara do mundo, um mal-amado capaz de fazer uma grande besteira. Mas calma, não é uma questão de suicídio, e te garanto que você vai sair dessa, confie em mim. Você estará rindo depois disso, e vai pensar: "Nossa, como eu pude ter sentido aquilo?". Sei que todo mundo te conforta dessa maneira, mas isso é certeiro, experiência comprovada.

9) Com outra não é a mesma coisa: Você pode ficar com meninas mais bonitas, mais inteligentes e até consideradas mais interessantes... mas nao adianta, sua paixão é aquela outra. O caso '7' com uma outra não confere de maneira alguma. E você fica com outra pensando na amada. É chato isso. Você com a garota lá, e sua cabeça em outra. Dá uma sensação de que você está amarrado a ela com várias correntes de aço, e que nada mais pode fazer acabar a ligação de você com a sua paixão, já que uma outra menina não conseguiu isso.

10) Vida futura: A garota pela qual você é perdidamente apaixonado é a única com quem você imagina uma vida futura: namoro, noivado, casamento, filhos... É com ela que você, na adolescência e juventude, já sonha com uma vida adulta em comum. Só ela parece capaz de fazer parte do seu futuro. Bregamente falando, você consegue enxergar nela a mãe de seus filhos. Ao te olhar com meiguice, você a imagina te olhando daquela mesma maneira no dia do seu casamento, e você tem uma perfeita sensação de que aquela é a mulher da sua vida.

***

Paixão passa.
Tente se livrar dela se as circunstâncias a fazem ser um mal para você. Você conseguirá.
Ou então lute, se o solo for fértil.
Paixão que dura pra toda vida, é aquela que você alimenta, ou então é aquela que faria bem a vocês dois, caso fosse concretizada!

Obs.: Meu blog anda muito mela cueca, eu sei.

domingo, 6 de abril de 2008

Outbackers

Nada como uma reunião de amigos em prol da diversão para abstrair justamente aquilo que nos faz amigos: a faculdade. E nada melhor para otimizar um momento de lazer do que um lugar agradável como o Outback.

O pano de fundo do encontro era o de comemorar o meu aniversário e do Ferrão (ambos 21 anos), celebrados nos dias 26 e 28 de março respectivamente. Mas pra falar a verdade, nem era muito esse o motivo, afinal eu já havia comemorado o meu dentro da faculdade com uma maravilhosa surpresa preparada para mim pelos meus amigos. E o Ferrão já havia comemorado com os amigos dele no mesmo Outback (o de Botafogo). O objetivo era, então, mais uma reunião tendo como único motivo aliviar um pouco o estresse causado pela engenharia.

Eu, como sempre pontual, me ferro nessas horas com amigos meio desleixados quanto à horário (Ferrão e Bernardo, haha). Mas quer saber... no final tudo fica bom pra cacete. Enfim, chego eu, todo arrumado, na casa do Bernardo, e encontro o cara num sono profundo, sendo acordado posteriormente pela mãe. E lá tenho eu que esperar. Ferrão chegou bem depois, para aí sim, podermos partir.
Chegando no Outback, começa aquela mesma rotina de quem combina de se reunir com amigos: reservar lugares e esperar o povo chegar enquanto rola um papo no bar muito comum entre homens já presentes... as mulheres que nos cercam. Ouvir, desabafar, dar conselhos e etc. Mínimo de convidados presentes, e já podíamos ocupar uma mesa. Só restava então o restante do pessoal chegar.










Eu e Bernardo: ass face!

À essa altura, Pedro e William já estavam presentes. Foram chegando então aos poucos: Maurício e Juliana, o casal 20 da eletrônica (seriamente ameaçado de perder o título); Hugo (colunista do blog), com sua entrada triunfal e exagerada inconfundível; Tadashi, o único japonês moreno que eu conheço; e Paola (orkut não encontrado), a mais polêmica da noite, por ter comparecido de surpresa no recinto após alegar estar toda atarefada com trecos da faculdade. Ahh, sempre se dá um jeitinho pra poder desfrutar de uma boa diversão né. E ainda falta mencionar um outro casal que se fez presente depois: Domingues e Letícia.









Paola causando euforia ao chegar.











Ferrão, eu, Bernardo e William.










Pedro, eu, Tadashi, Juliana e Maurício

Enfim, todos presentes... era então hora de comer, conversar e se divertir. Fizemos vários brindes à coisas interessantes (amores mal-resolvidos, bem-resolvidos...) e à coisas bestas (relacionadas à faculdade). E a diversão não se limitou a bate-papos descontraídos. Nós realmente chegamos ao ponto de brincarmos: um jogo da verdade completamente bombástico; vítima, assassino e detetive, aquele de piscar o olho, mencionado no tópico anterior; adedanha e mímica... tudo regado à comida gostosa e gente agradável.

O brinde: Hugo Glue de preto

Como tudo o que é bom dura pouco, não seria diferente em mais uma noite de Outback. Era hora de partir... mas sempre fica aquele gostinho de "quero mais".


Beijos, galera! Valeu!
{Puta merda! Não tirei foto do casal Domingues e Letícia. Po, vacilo meu. Foi mal}

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Do que eu brincava

Sei que estou novo demais ainda pra ter saudade das brincadeiras da época de criança. Mas eu tenho hein... e muita.

Dedico este post a algumas (uma parte beeeem pequena) entre aquelas que brinquei.


Piques

Pique-alto, pique-esconde, pique-bandeirinha... era pique de todo o tipo. Eu não era muito bom nessas brincadeiras que envolviam coordenação motora (correr, pular...), mas me amarrava mesmo perdendo e pagando o pato sempre.

No pique-alto, acontecia uma safada sacanagem. Simplesmente a pessoa que estava "pegando" em determinado momento, ficava com cara de tacho, com os braços cruzados o tempo todo. Isso acontecia porque ninguém descia de um lugar alto qualquer. Todo mundo ficava com medo de descer para correr para buscar outro lugar alto para poder dinamizar a brincadeira e fazer o otário pegador correr atrás.

O pique-esconde era mais legal pra mim. Isso porque eu sempre fui muito criativo, e me escondia em lugares extremamente bizarros onde ninguém pensaria em achar. Árvore? Atrás do muro? Que nada... meu negócio era lata de lixo, casa do vizinho, telhados. Mas eu perdia a linha demais, e o povo não aceitava meus esconderijos bisonhos. Então eu amenizava. E o que acontecia? Era pego. Sempre.

De pique-badeirinha brinquei pouco. Mas o pouco que brinquei me trouxe muitas marcas físicas. Eu sempre fui firme nos meus objetivos. E se meu objetivo era pegar a porra da bandeira da equipe inimiga, era isso que eu ia buscar com toda agarra, nem que eu fosse pisoteado, socado e saísse do jogo mais encardido e fedido que gambá morto por afogamento no esgoto que é o canal da Ilha do Fundão.

Queimada

Dessa eu brinco até hoje, principalmente com meus primos. Mas claro que antigamente eu brincava mais. E apesar de precisar correr, pular e suar... até que eu não era tão ruim na Queimada. Era sempre um dos últimos a sair do jogo, que aliás, eu não levava muito na esportiva. Ficava puto quando era queimado e tinha que ir pro cemitério. E agia na vingança. O fdp que me mandava pra lá, levaria troco, e já poderia ir se preparando pra morrer.


Pêra - Uva - Maça - Salada Mista

Confesso que tive que pensar na musiquinha da Xuxa pra lembrar o que significava cada fruta: "Pêra dá as mãos, uva dá um abraço, maça beijo no rosto, e salada mista... um beijinho selinho na boca".

Selinho merda nenhuma. A brincadeira era com um elevado teor erótico envolvido. E esse teor aumentava quando estava em jogo aquela gatinha gostosinha da outra rua. E pronto. Estava traçada a meta. Mandar um "salada mista" e beijar a gata com um beijo quente de verdade. Mas não era tão simples. O jogo envolvia a sorte. E uma vez foi inesquecível. Meus olhos foram vendados, e perguntaram:

"É essa?" "Nãooo" "É essa?" "Nãooo" "É essa?" "Ah, vamos lá... ééééé".
"Pêra, uva,maça ou salada mista?"
"Hmm. Não teria tanta sorte assim de ser a gata logo de cara, entao... PÊRA"

Minha venda foi tirada, e um arrependimento amargo, cruel e mortal caiu sobre mim. Meus olhos lacrimejavam de ódio. Era a gostosa! PQP! Perdi uma chance. E os mulekes do jogo riram da minha cara com toda a força. E eu fiquei triste, mas ainda assim, disposto. Passou-se uma rodada, e havia chegado novamente a minha vez. Perguntaram:

"É essa?" "Nãooo" "É essa?" "Nãooo" "É essa?" "Ah, força Renan, simbora... ééééé".
"Pêra, uva, maça ou salada mista?"
"SALADA MISTA, porra!"

Todos: "Huhauahuahuahauhauahauhauah"
Tiraram a venda de mim.
Todos: "Huahuahauhauhauhauhauahuahuah"

Era a mais feia. Tipo, muito feita... extremamente feia. Sabe aquela garota gorda, do morro, encatarrada e com um nome do tipo "Josicreide Maria da Silva"? Era essa! Puta merda! Não encarei, ta louco? Ecat! Esse povo não sabe brincar, eu hein...

Tazo (bafo-bafo)

Ah, Elma Chips... quantas alegrias você já me deu. E acredito que igualmente eu tenha dado a você, ao comprar pacotes e mais pacotes de Fandangos, Cheetos (cheiro de xereca, já ouvi dizerem) e Ruffles. O Tazo da Looney Tunes era um sucesso na época. Era tazo comum, tazo brilhoso, tazo duplo (mexia-o um pouco e mudava a imagem dele), tazo voador, tazo biônico, tazo atômico.. enfim, era tazo pra cacete, e eu colecionei muitos deles.

Eu também colecionava figurinhas adesivas de chiclete, principalmente as do pokémon. Eu e meus colegas da rua, certa vez, decidimos fazer um torneio. Cada um era o mestre de um ginásio montado em sua casa mesmo. Eu fiquei responsável pelo ginásio água/gelo, e modéstia à parte, eu era o “treinador” mais difícil de ser batido. Isso porque o meu ginásio era o bloco de concreto que ficava debaixo do chuveirão do quintal. Esse bloco, claro, ficava sempre úmido e só eu detinha a técnica de jogar bafo-bafo naquelas condições grudentas. E além do mais, se perdessem pra mim uma vez, eu não aceitava uma revanche logo depois. O cara tinha que esperar o dia seguinte. Mas po, isso é coerente. Não lembro do Ash ter ganhado uma segunda chance logo após ter perdido para o líder de determinado ginásio. Tá, ok, mas eu era mesmo um fdp, porque além do lugar ser pegajoso por causa da umidade, antes de cada batalha eu criava várias poças d’água em torno da arena. E se a figurinha do inimigo fosse parar lá, ele a perdia... ficando esta sob o meu poder para ser usada contra ele posteriormente.

Mas enfim, eu me lembro que apenas um dos meus colegas recebeu de mim a Insígnia de Cristal, confeitada com pedrinhas vermelhas e brancas de fundo de aquário. Ele ficou todo bobo por ter conseguido aquela raridade, já que nenhum outro a obteve.

Vítima, assassino e detetive

Brincadeira típica de sala de aula entre alunos sem mais o que fazer. É simples: você conta a quantidade de participantes. Supondo que existam ‘n’ participantes, o organizador da brincadeira irá recortar ‘n’ quadradinhos de papel, e escreverá a letra ‘V’ (vítima) em ‘n-2’ destes. Os 2 restantes recebem as letras ‘D’ (detetive) e ‘A’ (assassino). Os papeizinhos são misturados, e cada um deve pegar apenas um, abrir o seu e guardar o segredo sobre que personagem estará ocupando. E pronto. É dado início à brincadeira. Imaginem a mais famosa música da trilha sonora de Missão Impossível. As pessoas (dispostas em círculos) começam a se entreolhar desconfiadas. O assassino tem por objetivo piscar o olho para uma (suposta) vítima, e esta, ao levar o “tiro”, deve simular sua morte e dizer: “Morri” (Ok, bem idiota). Mas se o assassino for pego pelo detetive, este tem que dizer “Preso em nome da lei”, e a rodada então termina.

Portanto, é lógico que o papel mais legal é o do assassino. Mas eu não era muito bom nessa ocupação. Pra ser assassina, a pessoa tem que ser discreta (piscar sem que ninguém perceba, além da vítima), e eu não sou nadinha discreto. Minha parada era ser detetive, porque eu era muito observador e sacava logo quem era o vilão da história.

Teve uma vez que a galera da turma brincou disso, e uma das meninas participantes tinha tique nervoso de ficar piscando toda hora. Po, a garota matou todo mundo em menos de 1 minuto sendo somente a vítima. Poderosa ela.

***

Bom, minha gente, é isso aí. To com preguiça de escrever mais. Mas como já disse, isso é só uma pequeníssima parte do que foi a minha ativa infância. Minha brincadeira agora é de ficar fazendo continhas gigantescas, ou pelo menos tentar me divertir com elas.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Alexandre e Alice

Leia primeiro ESTE POST para poder acompanhar abaixo a continuação do conto.


"Vidinha interessante a que levamos, não é mesmo? A maré muda constantemente...

Estava Alexandre triste e confuso por conta do caráter bipolar de sua amada Amanda mandona. Uau!... Enfim, Alexandre não possuía mais perspectivas com mulher alguma, e pensava em suicidar-se. Mas a vida, meu amigo, é uma caixinha de surpresas!

Na festa anual da empresa da qual era executivo, Alexandre participou um tanto desmotivado. E tudo ia na mesma normalidade chata de sempre, até que encontrou Alice, também executiva da mesma empresa. Com papo em comum e nível alcoólico mais em comum ainda, eles começaram a se entreter... e um beijo entre eles aconteceu.

Do que era apenas uma amizade profissional, vulcanizou-se algo mais intenso. Alice, interessante e inteligente, não viu em Alexandre aquele executivozinho padrão bobão, mas viu ali uma figura hetero e máscula em potencial. Alexandre estava simplesmente adorando aquele envolvimento todo, e sentia-se feliz por estar vivenciando momentos agradáveis ao lado daquela mulher, e esquecia até um pouco da inconstante Amanda... mas que, ainda assim, é um fantasma em sua vida que não faz um esforço para deixá-lo feliz (beijá-lo, depois de tanto sofrimento), e que vive a rondá-lo".

Portanto,
Amanda é a paixão e o prejuízo.
Alice é a amiga e o lucro".

Agora vamos às questões:

- Alice é um anjo que caiu do céu para tirar Alexandre das garras manipulantes de Amanda?
- Amanda, ao cair a ficha sobre o que acontece entre Alexandre com Alice, reverá suas atitudes e decidirá de vez por ele?
- Alexandre e Alice devem parar de temer e continuar a pseudo-relação que faz tão bem a ambos?
- Alexandre com Amanda, ou Alexandre com Alice?

Ah, Alexandre!... tanta coisa complicada que existe e os números é que são complexos, não é mesmo?