quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

A happy New Year

Andei esses dias entre o Natal e Ano Novo sem idéias de texto para postar aqui. Mas hoje já começaram a surgir coisas mirabolantes. Só que essas ficam para o ano que vem.

Quero desejar a todos um FELIZ 2009!

Menos promessas que não serão cumpridas, e mais atitude para mudar de verdade!

anonovo

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Jingle Bells

Supere as mágoas.

Supere os mesquinhos.

Supere as dívidas que você contrai no Natal.

Supere aqueles que enchem a cara e vivem o Natal como se fosse um feriado destinado à zona.

Supere as propagandas de TV que distorcem o verdadeiro sentido do Natal.

Supere o teor consumista que anexam à imagem de Papai Noel.

Supere o seu vizinho que coloca funk alto no Natal.

Supere os que arrumam confusão no Natal.

Supere as ceias sem oração.

Supere aqueles que não desejam bons votos à ninguém.

Supere você mesmo.

presepioarvore-de-natal

Eu sei que vemos coisas ao nosso redor que muitas vezes nos fazem desacreditar e perder o espírito natalino. Mas esqueça essas influências externas. Não caia nessa. Comece um Natal verdadeiro dentro de você. Sinta a alegria de vivenciar essa data. Não desperdice esse momento. Não banalize o seu Natal. Cada ano é único. Cada gesto, mesmo que repetido todos os anos, é único. Não tenha medo de parecer clichê. Você não estará sendo. Portanto sorria, ore, agradeça, abrace, declare-se e renove-se.

Desejo a todos um FELIZ NATAL! Que Deus ilumine seus caminhos para que vocês possam trilhá-los sempre de maneira digna, buscando a felicidade diariamente e tornado-se cada vez mais pessoas melhores.

domingo, 21 de dezembro de 2008

A periquita

Quero postar com frequência nessas férias. Segue abaixo um conto, nascido das profundezas da minha imaginação insana.

Aconteceu no interior de Minas Gerais. João Alface estava arando parte do seu terreno para uma futura plantação de mandioca, quando de longe, sua filha de 15 anos, Mariazinha, aparece correndo em sua direção aos prantos e berros.

- Papai, um moço da cidade grande mexeu na minha periquita!

João diz, espantado e em voz alta:

- Má cumé qui é?

- Sim, papai! Ela estava agitada, aí fui até esse moço, porque dizem qui ele poderia arresorvê o pobrema.

João então, nervoso, dá um tapa na cara de sua filha, e diz:

- Sua assanhada, filha duma égua! Me conta agora sua safada, o que ele fez com você!?

Mariazinha, gritando:

- Buáá, ele nem deixô eu falá muito! Já foi logo colocando os dedos dele.

- Ara, cabra desgraçado! Aparpar dessa maneira um ser inocenti. Mar bem feito! Quem manda ficar agitada!

- Ah, papai, mas eu tô tão triste! Buáá! Ele depenou ela todinha!

- Depenou!!?

- Todinha. Ela estava com uma penugem tão bonitinha. Agora tá toda carequinha! buáááá!

João cria um expressão de revolta, seus olhos ficam vermelhos de ódio, enquanto Maria continua:

- E ele ainda disse que quer observar ela mais vezes!

João, bufando, deixa suas ferramentas de aragem na terra, pega sua filha pelos braços, e a passos largos e firmes, vai até a vila, no local indicado por ela, onde se encontra o tal moço. Chega enfurecido, abrindo a porta com violência, e assim que sua filha diz quem é o rapaz, aponta o seu facão para ele, e diz:

- Que história é essa de mexer na periquita da minha filha!?

- Ah, boa tarde, senhor. Lembro da sua menina. Me mostrou a periquitinha agitada hoje mais cedo. Ela estava incontrolável - disse o rapaz, esboçando um sorriso.

- Mas é muito descarado mermo! Como cê tem coragi de dizer na minha frente que olhou a periquitinha da minha filha!?

- Mas isso não tem jeito, meu senhor. Uma hora ela tinha que mostrar para alguém.

- Mostrar pra alguém!? Qui cê tá pensando qui mia fia é, cabra da peste!? E ainda aparpou!

- Pois é, tive que usar a mão, e fazer movimentos suaves. Mas até que ela se acalmou na hora.

- Ahhh meu pai do céu! Sujeitinho abusado... tão abusado que ainda depenou todinha.

- Depenei. Após apalpar bem, descobri que tinha um machucadinho ao lado do olhinho dela.

- Do olhinho!?

- Sim. Aí depenei logo de uma vez para evitar infecção, examinei o olho, e depois tive que fazer curativo sobre ele, pois deve ter ficado dolorido. Mas quero examinar mais vezes, por alguns dias.

Nesse momento, João, transbordando em fúria, parte para cima do sujeito com seu facão. Só nao o atinge, porque o rapaz se esquiva na hora certa. O facão cai. Mas João, determinado a acabar com a raça dele, golpeia-o com socos na cara e chutes no traseiro. Mariazinha somente olha a cena, espantada. O rapaz, gemendo de dor durante o espancamento, grita:

- Mas que mal eu fiz em atender uma menina com um bichinho numa clínica veterinária!?

- Do qui cê tá falando, seu mardito!? Clínica veternária!? - Pergunta João, cessando a porradaria.

O rapaz, ainda caído e sendo segurado por João, responde, em voz alta e trêmula:

- Sim, seu maluco! Isso aqui é uma clínica veterinária se você não percebeu. E eu sou o veterinário. A única coisa que fiz foi cuidar da bichinha que a sua filha trouxe para eu ver! Agora me solta!

João então larga o rapaz no chão. Olha para sua filha, e diz:

- Minha fia, ocê tava falando da periquitinha que papai te deu no seu úrtimo aniversário?

Mariazinha responde, choramingando ainda:

periquita- Sim, papai! Há dias ela andava mais agitada que o normal. E eu não sabia o que poderia ser, uai. Aí trouxe no moço intendido que chegou da cidade grande esses dias. Mas aí ele tirou todas as penas dela, e eu fiquei muito triste. Só que agora ouvi que era apenas pra não infe.. infexi.. infenar.. in..

- INFECCIONAR! - grita o veterinário, se levantando aos poucos, todo dolorido. - Bem que meus amigos da pós me avisaram sobre as loucuras que é vir trabalhar na roça pra ganhar experiência. Recém-formado sofre, viu! E aqui está a periquita! Que saber, não quero mais deixar em observação droga nenhuma. Levem-a para casa, e tomem aqui esse papel. É a receita com o remédio para sarar o machucado, que provavelmente era o grande motivo pela agitação da ave.

João, com uma expressão de arrependimento, coloca a mão na testa suada, se dirige até o rapaz e lhe dá um abraço.

- Ó meu bom rapaz, peço discurpas por essa injustiça que fiz procê. Eu intendi tudo errado. Pra mim ocê tava bolinando mia fia. Como posso lhe pagar?

- Deveria pagar mesmo! Mas não! Nem a consulta cobrei, e não vou cobrar por causa desse mal entendido, apesar de que vai me custar várias idas ao fisioterapeuta, aiii - responde o doutor, colocando a mão na coluna.

- Ah, mas isso não pode ficar assim. Uma alma tão caridosa como o sinhô, não cobrou nada de minha fia, e ainda faço isso com ocê. Não! Vamos fazer assim. O sinhó está convidado a ir jantá em minha casa hoje. Isso mesmo, será uma honra receber o sinhô. Por favor, deixa eu tentar retribuir pelo menos um tiquinho sua generosidade e paciênça.

Tentando hesitar, mas sem conseguir, o rapaz aceita:

- Tudo bem, eu apareço. À propósito, meu nome é Daniel.

João então diz para sua filha, com empolgação.

- Minha fia, vá correndo até em casa e mande sua mãe matar o nosso maior porco, pois quero que o dotô Danier desfrute de um delicioso banquete, como forma de agradecimento e discurpas.

À noite, Daniel aparece pontualmente na casa de João. É recebido com alegria. A mãe da menina, Dona Mariazona, já ciente de todo o acontecimento, o abraça calorosamente, e mande que fique à vontade.

É servido um delicioso porco com uma maçã na boca. Todos comem, conversam e divertem-se. João conta para Daniel suas dificuldades e alegrias no trabalho com terra, e o rapaz se diverte relembrando histórias da infância e adolescência. Até que, em em certo momento, João diz:

- Mariazinha, minha fia, vai mostrar a periquitinha pro dotô. Acho que ela já melhorô bastanti desde hoje à tarde.

- Tudo bem, papai - responde a menina.

Os dois então se levantam da mesa, e deixam Dona Mariazona e João desfrutando dos últimos pedaços do suíno.

Quase uma hora depois de ausência, Mariazinha e Daniel retornam... suados, descabelados, amarrotados, e com expressão de sorriso e satisfação em seus rostos. João vê os dois, e após alguns segundos sério e de olhar fixo para eles, vira-se para a mulher e diz:

- Tá vendo, querida! Isso é qui é rapaz caridoso. Ficou esse tempo todo examinando a bichinha, preocurpado com a recuperação dela.

Ele olha novamente para os dois, e completa:

- Ára, ocês istão suados. Faz muito calor aqui na roça mermo. Deixa eu abrir as janelas pro rapaz Danier si refrescá.

E foi assim. Daniel ainda voltou mais três vezes para examinar a periquita de Mariazinha, antes de partir de volta para a cidade grande. Suou, se amarrotou, não cobrou nenhuma das visitas. Seu único pagamento foram dois frangos e mais um porco, sacrificados para alimentá-lo em cada jantar... "um rapaz tão bondoso!", repetia João toda hora.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Engenharia Eletrônica, uma sociedade insustentável

Sabe quando você está em uma praça, comendo alguma coisa, e você joga um pedaço da sua guloseima no chão, e então surgem pombos de todos os lados disputando a migalha? Pois é mais ou menos isso que ocorre quando entra uma mulher em um curso de engenharia. E olha que ela às vezes ela não precisa ser bonita... e nem solteira. Claro que, dependendo da habilitação (mecânica, petróleo etc), a coisa acontece com mais ou menos intensidade. Mas o fato é que, baseado em uma pesquisa que me custou 10 minutinhos, pude quantificar o mal que paira sobre todos os rapazes da engenharia, e mais especificamente, da eletrônica: a falta de seres do sexo feminino no curso.

Vamos à matemática. É óbvio supor que a distribuição normal seria 50% de homens e 50% de mulheres na turma, talvez com uma margem de 10% para mais ou para menos. Pois, se o máximo considerado normal for 60% de homens contra 40% de mulheres em uma turma, a tabela abaixo mostra então resultados nada equilibrados. Avaliei a distribuição desde o semestre de 2005/2 (ou seja, 2o semestre de 2005) até 2008/2. Vejam só.

SEMESTRE O FATO
2005/1 85,7% de homens
2005/2 80% de homens
2006/1 83,3% de homens
2006/2 75% de homens
2007/1 87,5% de homens
2007/2 100% de homens
2008/1 90% de homens
2008/2 88,2% de homens

Isso dá uma média de 86,2% de homens do total de alunos em uma turma, o que significa, aproximadamente, que em uma turma com 50 alunos, 43 são homens e apenas 7 são mulheres. Interpretando de outra maneira, são 6,1 homens para cada mulher, o que significa 6 homens inteiros + 1 pênis avulso para cada mulher. E 7 mulheres por turma parece ser o bom caso. Todos os meus colegas da faculdade hão de concordar que é raro chegar em uma turma de uns 50 alunos e ver tantas mulheres. Nos parece ter menos.

Alarmante, não? Nem tanto. Afinal como a UFRJ se trata de uma universidade, temos contato com outras unidades de ensino. E uma delas que fica bem próxima das engenharias tem um elevadíssimo contigente de mulheres: a faculdade de Letras. Essa proximidade da engenharia eletrônica com outras engenharias progesteronalmente mais fartas (produção e química, por exemplo), com a faculdade de Letras e outros centros, faz com que somente dentro de uma sala de aula, reparemos na escassez de moças.

Agora vamos supor que em um belo dia de sol, todos os alunos da eletrônica estivessem em aula levando bomba (atômica) dos professores como sempre, e do nada uma redoma de vidro fosse colocada sobre todas as salas, que nem no filme dos Simpsons. E então surgisse o reitor em um telão e falasse que nenhum homem ou mulher poderia entrar ou sair. Ou seja, que deveria permanecer configurada lá dentro a média de 86.2% de homens contra os 13.8% de mulheres, e que deveríamos dar continuidade à espécie. O que será que aconteceria?

Só quero lembrar que, na história da evolução, o homem era aquele que se relacionava com várias mulheres e as engravidava. Mas cada mulher era de um só. Essa relação pode ser explicada através da análise do próprio corpo humano, afinal os homens produzem espermatozóides desde a puberdade até a morte. E cada ejaculação contém sêmen suficiente para fecundar milhares de mulheres. Já elas, possuem uma quantidade de óvulos pré-definida para liberarem até a menopausa.

Essa relação pré-história entre homens e mulheres possui analogia com um galinheiro, onde existe somente um galo, todo poderoso, rei das galinhas. E todas são dele. Se isso é o natural (não to dizendo que é o certo, não me critiquem), então cursos como enfermagem e a própria letras não enfrentariam problemas nessa situação de clausura, pois haveriam uns poucos machos (pelo menos um né) que distribuiriam seus sêmens para todas as fêmeas do lugar. Cada qual com o seu grupinho, o seu harém específico. Essa aparente harmonia garantiria a perpetuação da espécie.

Mas e se fosse na engenharia eletrônica? Vamos supor que teríamos disponível de maneira infinita o básico: água e comida. Mesmo assim não ia rolar. Todas as mulheres ficariam grávidas juntas. Após cada parto, uma nova gravidez. Afinal, seriam vários homens fecundando poucas. Seria um congestionamento insuportável. Fora que, talvez, iriam matar todos os bebês homens que nascessem. Pra que mais né? As mulheres ficariam exaustas de tanto engravidarem e darem a luz. Provavelmente isso iria prejudicar a saúde delas, teriam uma infecção em algum dos partos, ou algo assim. Morreriam cedo. Seriam reduzidas em quantidade aos poucos. Só sobrariam homens.

E portanto eles se matariam logo de uma vez. Triste.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Músicas de arrepiar

Existe uma coisa que me amarro em fazer, e faço: cantar! E existe também uma coisa que não sei fazer muito bem: cantar!

Essa irritante combinação já me fez perder muitos amigos. Brincadeirinha! Mas já foi motivo para eu levar alguns esporros do tipo "cala essa boca, infeliz!". E é geralmente quando ouço coisas desse tipo que me dá mais vontade de cantar. Acho que sou irritante por natureza. Mas tem gente que gosta de mim, ou me atura, então tá bom né :P

Entretanto, existe uma coisa que gosto mais de fazer do que cantar: ouvir música. E ando fazendo isso com cada vez mais freqüência (o trema vai cair ano que vem, graças a Deus), devido ao advento dos mp3 players, iPods etc. E acho que isso tem afetado os meus ouvidos. Descobri recentemente que não ouço ondas sonoras de 15KHz para cima. Eu e meus amigos da faculdade estávamos no laboratório de Eletrônica IV, e colocamos o gerador de ondas para gerar uma frequencia (chega de trema!) de 15KHz. Todos estavam ouvindo um agudo baixo irritante, menos eu! Dei um tempo com fone de ouvido.

Enfim, frustrações auditivas a parte, vamos falar de música. Há sempre aquelas que mexem com a gente de alguma forma. Seja nos emocionando, nos remetendo a algum lugar e/ou ocasião especial, ou simplesmente nos fazendo apreciá-la. Nesse post eu selecionei algumas desse tipo, bem intensas. Claro que nem todos vão concordar, mas mesmo assim aí vai... e com videoclipes de cada.

 

Sweet Child O' Mine - Guns n' Roses

Você pode não conhecê-la pelo nome, mas com certeza a conhece pela belíssima introdução de guitarra. É o ícone do rock n' roll dos anos 80. Aliás, provavelmente é um dos maiores hits do século. Ao ouvir a introdução, automaticamente eu coloco o volume no máximo. É inconsciente. Começa a maravilhosa guitarra e pronto, volume no máximo.

Não sou conhecedor de rock. Não sei diferenciar os estilos. Não entendo mesmo. Mas acho que uma boa música é aquela que faz até um leigo no estilo apreciá-la. E acho que são poucos os que não gostam dessa. Axl Rose, o vocalista, conduz a canção de maneira transcendental. Não é música para você ouvir quieto, não dá. A melodia impõe que você ao menos faça caras e bocas, cantando-a, ou fingindo estar tocando a tal guitarra. Sem contar a letra, que fala de amor de uma maneira diferente, única. Resumindo, êxtase total.

 

We Are The Champions - Queen

Eu gosto muito desse tipo de música, que começa de maneira suave, e vai ficando intensa até o refrão, onde acontece o ápice. E tem muita canção por aí com uma letra perfeita, mas que a melodia ou cantor deixam a desejar, e acabam prejudicando todo o clima e mensagem que ela poderia passar. We Are the champions definitivamente não é assim. Você realmente se sente um campeão ao escutá-la. Se não sente, pelo menos ela te motiva a querer vencer os seus obstáculos, ao som da imcomparável voz de Freddie Mercury. Não é à toa que ela se tornou um hino de vitórias desportivas em todo o mundo.

 

How Can I Go On - Freddie Mercury e Montserrat Caballé

E novamente ele. Dessa vez Freddie Mercury canta junto com a famosa cantora lírica espanhola Montserrat Caballé. Você consegue imaginar uma música clássica misturando uma maravilhosa voz 'rockeira' com uma maravilhosa voz de soprano? O resultado é o dueto mais bonito que eu já ouvi na vida.

E não é para menos. A interpretação dos cantores, a beleza da letra, o lirismo da melodia, tudo contribui positivamente para que esta seja uma canção eterna. A música é bonita do início ao fim, mas na minha opinião a melhor parte é quando Montserrat canta, e ele repete os versos que ela diz. Vale MUITO a pena ver o vídeo. Arrepio total!

 

Thriller - Michael Jackson

Para começar, o álbum que contém esta música é o mais vendido de todos os tempos. E ela bem que poderia nos arrepiar de pavor, afinal o medo é o tema principal, mas não. A música é cantagiante, tem todo um clima delirante, dá vontade de dançar com o pessoal que está perto, imitando os monstros do videoclipe. Aliás, existe algo melhor que esta música: o seu próprio videoclipe. Nele é apresentada umas das coreografias de grupo mais perfeitas que já se fez. Os monstros, realmente assustadores, conseguem até ficar divertidos.

Dance com os monstros, e com o Michael das trevas.

 

Como os nossos pais - Elis Regina

Agora uma nacional. E vamos ao que tem de melhor, Elis. Ninguém interpreta essa música melhor do que ela o fez, de maneira tão forte e comprometida. A paixão que ela coloca em sua voz é algo emocionante. A música foi composta por Belchior e fala sobre uma juventude que luta por mudança e percebe, que na verdade, age da mesma forma como os seus antepassados, repetindo a história.

Elis não somente canta, ela dá vida a esta canção. Emocione-se.

 

Hino da Vitória - tema da F1

Se We Are the champions é o hino da vitória mundial, temos um somente brasileiro. É aquele dos bons tempos de Ayrton Senna, onde este ao cruzar a linha de chegada em primeiro lugar, enchia os corações brasileiros de felicidade e os olhos d´água, embalados por esse famoso instrumental "tã tã tã, tã tã tã".

Recentemente a música foi tocada com a vitória de Felipe Massa no Grande Prêmio do Brasil. Apesar da vitória geral ter ficado com Hamilton, aquele foi um breve momento em que nos lembramos dos anos 90, das vitórias de Senna.

 

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Esses são apenas alguns exemplos. Vocês agora precisam é me ouvir cantando. Aposto que vão se arrepiar. Só não garanto que vá ser de emoção.