sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O exagero das mulheres independentes


mulher independente

Eu tenho observado que algumas mulheres independentes andam questionando sobre o porquê de não conseguirem levar um relacionamento adiante. Elas dizem que os homens são frouxos, que eles não suportam a ideia de se relacionarem com uma mulher que trabalha e tem a sua própria vida. Alegam que os homens se assustam com a independência feminina e fogem delas. Mas eu creio que não seja bem esse o problema. Na verdade, são as próprias mulheres que têm (grande) parcela de culpa nisso tudo.

Antes de tudo vale dizer que é óbvio que existem homens machistas. Esses homens não gostam que suas mulheres trabalhem e que tenham e saiam com seus próprios amigos. O machista trata sua parceira como um anexo à vida dele; um anexo que não têm (ou não deveria ter) direito a uma vida própria. Isso é péssimo. Mas ainda hoje esse tipo de homem existe aos montes por aí. E estava mais do que na hora da mulher se libertar desse papel de submissão total; de ser criada para se casar e viver em função do marido.

A mulher tem sim o direito de conquistar o mercado de trabalho tanto quanto o homem. E de ganhar igual. Pode sim ser uma executiva prestigiada. Tem direito a ter seu próprio carro, sua própria casa, pagar suas contas. Pode ter seus amigos e ser livre para se envolver com quem quiser. Não há nada de errado nisso. Os homens que não entendem esse tipo de coisa que se danem, ou se acostumem. Mas o problema é que algumas mulheres exageram.

Por uma questão biológica, evolutiva, ou seja lá o que for, o homem (de maneira geral) necessita proteger a sua parceira. Isso é algo intrínseco à natureza masculina. Porém, algumas mulheres, inebriadas por sua independência, tiram do homem esse papel tão importante. Profissionalmente, a mulher pode fazer tudo o que um homem faz. Pode ser tudo o que ele é. Isso é indiscutível. Mas ela jamais deveria inverter os papéis naturais dos sexos.

O homem moderno aceita e incentiva a vida própria de sua mulher. Entende que ela quer estudar e crescer na vida. Sabe que é importante para a mulher poder sair de vez em quando sem ele. Suporta até que ela seja mais inteligente e até mesmo que ela ganhe mais do que ele. Mas todo homem, mesmo o moderno, não suporta uma mulher que seja independente e imune às influências dele em todos os sentidos.

No fundo, o homem ainda quer ser o único a saber trocar uma lâmpada, um pneu e dar um “chega pra lá” nos caras que dão em cima da sua mulher. O homem quer tomar certas atitudes e decisões delicadas, aquelas que alma feminina muitas vezes não tem frieza suficiente para lidar. Quer tomar para si o trabalho pesado, o mais difícil. Quer fazer o papel de severo com os filhos. Quer ser o mais prático, o mais forte. O homem quer que sua mulher o veja como um ser indispensável, para quem ela pode correr e chorar quanto estiver se sentindo mal, como se ele fosse único.

Que a mulher seja independente, que tenha direitos sociais iguais. Mas tudo isso ainda dentro da natureza feminina; aquela natureza doce, serena e (por que não dizer?) frágil. O homem não quer uma mulher no papel dele. Esse tipo de mulher não é interessante. O homem quer ser o homem da relação. Esse é o ponto.

Já ouvi algumas mulheres dizerem que não precisam dos homens para nada. Bem, se elas estão felizes assim, ótimo. Afinal isso é o mais importante: ser feliz. Mas essas mulheres têm que entender que, se elas acham que não precisam de homens, elas de fato não vão ter.

3 comentários:

Anônimo disse...

Estava com saudades, achei que tinha se aposentado hihihihi beijinhos ;)

Diego Martins! disse...

O que me entristece é quando somos românticos a moda antiga e a mulher: ridiculariza e dispensa; ou abusa e tenta fazer-nos de otário. O conceito de independência destas merece uma revisão.

Diego Martins! disse...

O que me entristece é quando somos românticos a moda antiga e a mulher: ridiculariza e dispensa; ou abusa e tenta fazer-nos de otário. O conceito de independência destas merece uma revisão.