quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Considerações pessoais sobre 2014: um ano de rupturas


Este blog não é um diário virtual, mas neste texto eu gostaria de falar um pouco sobre a minha vida em 2014. Algumas coisas mudaram. Eu poderia dizer que tudo mudou, mas ‘tudo’ é muita coisa, e eu acho que pelo menos a gente não muda tanto assim em 1 ano. Na verdade a gente passa a se conhecer melhor, e talvez isso se confunda um pouco com mudança.

2014 foi um ano de rupturas. Houve rompimentos com coisas com as quais eu já estava acostumado e que estavam muito enraizadas na minha vida: saí da casa dos meus pais, terminei um vínculo de quase 9 anos com a minha universidade, e perdi um relacionamento. Discorro sobre esses pontos nas linhas a seguir.

sábado, 6 de dezembro de 2014

A pessoa para quem você quer ligar

 

talk please

Sempre achei a troca de cartas algo muito romântico. Troquei algumas quando mais novo. Eu não estava vivendo nenhum romance na época; eram cartas de amizade. Mas, como a amizade é uma forma de amor, não posso dizer que não eram cartas de amor. Aliás, pensando bem, todas as cartas que uma pessoa escreve especialmente para outra são cartas de amor.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Friendzone

(Esse texto é um remake do texto “Miguxos S2 Forever”, publicado aqui em  21 de março de
2008)

Friendzone

No campo das relações pode haver de tudo. Temos o casal comum, em que o rapaz e a moça se conhecem, descobrem afinidades, se apaixonam e ficam juntos. Temos os casais que vivem aos trancos de barrancos. Temos aqueles que se pegam mas não se apegam. Temos as moças que gostam de moças e os rapazes que gostam de rapazes. E dentre tantos outros tipos conhecidos, temos também um dos piores casos de relação amorosa que você pode ter com alguém. E é sobre ele que eu vou explicar agora através de desenhos.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Pânico de semi-conhecidos


semi conhecido

Você tem pânico de semi-conhecidos? Aliás, você sabe o que é um semi-conhecido? Vamos por partes. Semi-conhecida é aquela pessoa que você geralmente conhece há muito tempo, mas que você sabe muito pouco sobre ela. Você trocou pouquíssimas palavras com ela ao longo da vida, nunca teve intimidade. Ela nunca teve grande importância pra você. É isso.

E por que ter pânico dessas pessoas?

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Banheiro masculino


banheiro_masculino
Todos os homens já se perguntaram pelo menos uma vez na vida qual o motivo que leva as mulheres a irem juntas ao banheiro. Para mim sempre pareceu óbvio: ajuda mútua.

domingo, 25 de maio de 2014

Vamos tomar um chopinho?

 

choe


“Não, obrigado, eu não bebo”. É o que eu sempre respondo. Na mesma hora, a pessoa me lança um olhar estranho e faz uma segunda pergunta: “você é crente?”. Logo respondo: “Não, não sou”. E o olhar, que já era de estranheza, passa a ser de perplexidade.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

A coisa boa

paixao
Paixão é coisa boa, quando dentro dos limites. Mesmo que você nem seja correspondido, a paixão já vale a pena só por experimentá-la. Porque nossas vidas são marcadas e portanto serão lembradas por momentos de emoção, e não pela rotina racional do estudo e do trabalho. E poucas situações nos proporcionam mais riqueza de emoções do que estar apaixonado. "Emoções ruins", diriam os não-correspondidos. Não necessariamente. Sempre vi delícia no platonismo; uma espécie de delírio, mesmo que teórico.